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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Insetos de jardim

O fotógrafo Rundsted Rovillos fotografou vários insetos diferentes que encontrou durante sua estadia em Manila, nas Filipinas. Vespas, lagartas e besouros são mostrados com detalhes impressionantes.

O fotógrafo Rundsted Rovillos aprendeu as 'manhas' para capturar insetos durante a infância, mas apenas há cinco anos começou a fotografar esses animais. Aos 40 anos e nascido na cidade de Quezon, nas Filipinas, o fotógrafo passa boa parte do seu tempo livre procurando insetos.

Essas lagartas não possuem apêndices na metade do corpo, o que faz com que elas tenham uma elevação no corpo.

O rosto dessa largata,possui uma brilho vermelho.

Um besouro tartaruga descansa em uma folha.

Uma das espécies de membracídeos existentes.

A impressionante cabeça da vespa da eucaristia lembra os detalhes de um vestido.

O rosto vermelho e os olhos de uma das espécies de vespas existentes.

Os membracídeos e os insetos espinhentos são membros da família Membracidae, um grupo de insetos próximos das cigarras e das cigarrinhas.

Formiga navega em gotas de água.

'Alguns insetos permanecem no mesmo lugar por bastante tempo para que eu possa fotografá-los à vontade. Outros, não', expica o fotógrafo Rundsted Rovillos. 'Você tem que tomar cuidado ao tocá-los para não machucá-los. Eu sempre os deixo livres depois de cada clicada'.

Um caruncho posa para a fotografia. 'É preciso ter um olho afiado, treinado e muita paciência para localizar um inseto', afirma o fotógrafo Rundsted Rovillos. 'Quando eu encontro os insetos por acaso, não os removo de seus habitats naturais'.

Um close no rosto de uma lagarta cabeluda.


Postagem mandada por: Jaquelyne Anitelli

segunda-feira, 26 de março de 2012

Butantan descobre sapo que lança veneno espontaneamente


Pesquisadores do Instituto Butantan descobriram um sapo que possui comportamento predatório, o que até hoje era completamente incomum nesses animais. Ao contrário de outros anfíbio...s, que expelem veneno somente após sofrerem um ataque, o Rhaebo guttatus, espécie encontrada na Amazônia e semelhante ao sapo Cururu, tem um mecanismo de veneno ativado voluntariamente. O estudo, feito na Amazônia por cerca de um ano, revelou que o animal, por meio de movimentações corporais que causam a compressão do paratóide (glândulas que armazenam o veneno), esguicha o veneno a uma altura de quase dois metros. Ao efetuar um ataque, o sapo libera uma substância com propriedades inflamatórias, capaz de causar complicações neurotóxicas, cardiotóxicas, edemas pulmonares, problemas no sistema digestivo ou até mesmo levar o predador a óbito.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Maior mariposa do mundo é flagrada no Himalaia


Um fotógrafo indiano que registra a vida selvagem conseguiu fotografar a maior mariposa do mundo em uma estrada do Himalaia.De acordo com informações do jornal Daily Mail, Sandesh Kadur estava dirigindo quando avistou o inseto, que parecia estar prestes a atacá-lo. A mariposa abriu suas asas e tomou uma posição defensiva. Apesar do medo, o fotógrafo ...decidiu se aproximar e fotografar a espécie gigantesca.
Com uma envergadura de 25 centímetros, a mariposa atlas ou atlas-gigante, (da espécie Attacus atlas), é considerada a maior mariposa do mundo. Mas quem se depara com uma atlas-gigante na Ásia não deve ter medo, pois apesar de seu tamanho gigantesco, o inseto é completamente inofensivo.
A espécie pode ser encontrada em florestas tropicais e subtropicais do sudeste asiático e também são comuns no arquipélago malaio. Sua aparência é tão marcante que o animal é chamado popularmente de “snake’s head moth” (“mariposa da cabeça de cobra“, em português) na China, porque, segundo os chineses, as pontas de suas enormes asas se parecem muito com a cabeça do réptil.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Animais a 5 km de profundidade e 450º





Cientistas descobrem animais a 5 km de profundidade e 450°C


Imagem mostra um fumador negro coberto de camarões de uma nova espécie. Foto: AFP
imagem mostra um "fumador negro" coberto de camarões de uma nova espécie     Foto: AFP 



Os gêiseres submarinos mais profundos do mundo, localizados na fossa oceânica das Ilhas Caimãs, com 5 km de profundidade e temperatura superior a 450ºC, estão cheios de uma espécie de camarões desconhecida até agora, segundo estudo publicado nesta terça-feira.
Esses gêiseres, que liberam uma água quente extremamente rica em minerais e se situam a mais 800 m de profundidade do que os conhecidos até agora, foram localizados por cientistas de Southampton (sul da Inglaterra), que participaram de uma expedição em abril de 2010 na fossa situada entre as ilhas Caimã e a Jamaica.
Eles encontraram até 2 mil exemplares por metro quadrado de camarões pálidos aglutinados em torno de chaminés de 6 m, que formam a cratera desses gêiseres. Esses camarões não têm olhos, no sentido clássico do termo, mas nem por isso são cegos. Possuem no dorso um órgão sensível à luz, que poderia servir de orientação, através da leve luminosidade dos gêiseres.
A nova espécie de camarões foi batizada pelos cientistas de Rimicaris hybisae, tirado do nome do veículo submarino utilizado para capturá-los, o HyBIS. "O estudo dessas criaturas e sua comparação com espécies procedentes de outros gêiseres do mundo nos ajudará a compreender como se dispersam e evoluem os animais nas profundidades marinhas", informou em comunicado o doutor Jon Copley, da Universidade de Southampton.
Os gêiseres da fossa das Ilhas Caimãs expelem fluidos muito quentes, ricos em cobre, de um aspecto fumegante e escuro que valeu a eles a alcunha de "fumadores negros". Perto da fossa, os cientistas tiveram também a "surpresa" de encontrar tais gêiseres nas faldas de uma montanha submarina chamada Mont Dent.
"Gêiseres quentes e ácidos nunca foram vistos em regiões como essa", explica Doug Connelly, especialista do Centro Nacional de Oceanografia de Southampton. No entanto, as montanhas submarinas do tipo do Mont Dent são relativamente frequentes nos oceanos, o que poderia significar que os gêiseres estariam muito mais espalhados do que se acreditava até agora.
Nesses gêiseres, os cientistas, que tiveram o trabalho publicado na revista Nature Communications, encontraram, além dos camarões pálidos, algo parecido a um peixe serpente e espécies diferentes de caracóis e anfíbios. "Um dos principais mistérios dos gêiseres submarinos é saber como os animais que os povoam são capazes de passar de um a outro, percorrendo as longas distâncias que os separam", destacou Copley. "Talvez haja aí abaixo mais gêiseres do que pensávamos", concluiu.

Biocélula usa baratas para gerar eletricidade


A descoberta é mais uma na lista de tentativas de criar insetos como robôs autônomos. Isso porque os compostos químicos do corpo de insetos podem ser convertidos em eletricidade e fornecer energia para sensores, câmeras ou até mesmo para controlar o próprio inseto. Colocar um equipamento eletrônico em um inseto também é uma forma simples de observar a... natureza e monitorar o meio ambiente.
O combustível é produzido de acordo com o que as baratas comem. Isso porque a alimentação delas é capaz de gerar eletrólito, substância capaz de originar íons positivos e negativos quando dissociada e ionizada pela adição de um solvente. A partir de então, torna-se um condutor de eletricidade.
Daniel Scherson, químico da Case Western Reserve, acredita que drenar energia química de um inseto é uma fonte promissora de energia porque o inseto irá se alimentar quando as baterias estiverem fracas.
De acordo com o comunicado divulgado pelos pesquisadores, a biocélula movida a baratas produziu cerca de 100 microwatts por centímetro quadrado, a 0,2 volts. Ela decaiu apenas 5% após 2 horas e meia de operação. Já a densidade máxima foi de 450 microamperes por centímetro quadrado.
O próximo passo dos cientistas é miniaturizar a biocélula para que ela seja implantável e permita que a barata ande e voe depois do implante. Então, o inseto equipado com um sensor poderá medir a quantidade de um gás tóxico em um ambiente, transmitir a informação, desligar e recarregar a bateria por uma hora e, então, recomeçar o processo.

Camuflagem e Mimetismo


Camuflagem e Mimetismo 
Os sapos flagrados no Parque Nacional Manu, no Peru, moldam-se à vegetação verde que os rodeia. Foto: Caters/BBC Brasil



É preciso olhar com atenção e, mesmo assim, nem sempre é possível ver onde acaba a fauna e começa a flora. Para fugir de predadores, insetos e outros animais tomam as formas e cores do ambiente que os rodeia.
A coleção de imagens da agência Caters mostra que o artifício de se esconder enganando os predadores é comum a seres vivos de todas as partes do planeta. Para muitos animais, a camuflagem é a forma mais segura de se proteger de seus predadores naturais.
Embora o artifício seja comumente associado aos camaleões, insetos, peixes, sapos e até pássaros tratam de se misturar ao ambiente no qual vivem para passarem incólumes a olhares perigosos.


Definição
Camuflagem
Alguns animais podem ter a capacidade de se camuflarem com o meio em que vivem para tirar alguma vantagem. A camuflagem pode ser útil tanto ao predador, quando deseja atacar uma presa sem que esta o veja, ou para a presa, que pode se esconder mais facilmente de seu predador.

Existem dois tipos de camuflagem, a homocromia, onde o animal tem a cor é a mesma do meio onde vive, e a Homotipia, onde o animal tem a forma de objetos que compõe o meio.

- Homocromia: como exemplo, podemos citar os ursos polares, que têm o pêlo branco que se confunde com a neve.
- Homotipia: o bicho-pau, que tem forma de graveto e fica em árvores que têm galhos semelhantes à forma de seu corpo.

Mimetismo
Semelhante à camuflagem, só que ao invés de se parecerem com o meio, os animais que praticam o mimetismo tentam se parecer com outros animais, com intuito de parecer quem não é.


*Mimetismo de Defesa

-Batesiano: os animais tentam se parecer com outros de espécies diferentes que têm gosto ruim ou são venenosos. Como exemplo, algumas abelhas têm desenhos parecidos com corujas em suas asas. A cobra falsa coral não possui veneno (na verdade, possui, mas raramente consegue utilizá-lo em razão da pequena abertura de sua boca), por isso tenta parecer-se com a coral verdadeira.
-Mulleriano: Os animais se assemelham a outros animais que têm gosto ruim, e por isso seus predadores não os atacam.

*Mimetismo de ataque

-Peckhaminano: os animais se misturam a outros parecidos, para se aproximar da presa. Exemplo: bútio se aproxima do bando de outras aves para se aproximar da presa

  














Tartaruga-aligator: mordida mais forte que a de um leão


A tartaruga-aligator é conhecida por ser uma das maiores e mais agressivas tartarugas de água doce do mundo. Elas são ótimas caçadoras, principalmente por ter a língua partida, semelhante à uma cobra. Com uma mordida muito poderosa (mais forte que a de um leão e uma hiena), a tartaruga-aligator é capaz de quebrar ossos, por isso sua alimentação é muito variada. Peixes, lagostas, anfíbios, patos, garças, roedores e até filhotes de crocodilos podem ser devorados por ela. Embaixo da água, a tartaruga pode esperar até 50 minutos submersos na busca de comida. No período reprodutivo ela coloca de 10 a 50 ovos, que chocam durante cerca de 4 meses. A expectativa de vida do animal varia entre 80 e 120 anos. A tartaruga-aligator é muito encontrada em lagos e pântanos dos EUA, principalmente nos estados do Kansas, Tennesse, Kentucky e Texas


domingo, 26 de fevereiro de 2012

Tênias e Teníase



A teníase é uma doença causada pela forma adulta das tênias, Taenia solium, do porco e Taenia saginata, do boi. Muitas vezes, o paciente nem sabe que convive com o parasita em seu intestino delgado.
As tênias também são chamadas de "solitárias", porque, na maioria dos caso, o portador traz apenas um verme adulto.
O ciclo de vida da tênia (o espécime não estava identificado, mas deveria ser Taenia saginata ou Taenia solium), também conhecida como “bicha-solitária” (não confundir com as lombrigas, nematoides do gênero Ascaris).


O nome ténia inclui um grupo de parasitas intestinais do género Taenia, pertencentes ao grupo dos Platyhelminthes, os vermes de corpo achatado. Três espécies são capazes de infectar humanos na sua forma adulta: T. saginataT. solium e T. asiatica, todas com morfologia semelhante e por isso mais facilmente diferenciadas com recurso a técnicas moleculares ou pela análise microscópica de características anatómicas.
A vida de uma ténia começa num ovo. O ovo é constituído pelo embrião (a oncosfera) e por uma camada protectora (a embriosfera), que permite que o embrião permaneça vivo no meio ambiente durante dois a três meses, depositado em vegetação, solo ou água contaminada por fezes humanas. Quando é ingerida pelo hospedeiro intermediário (geralmente um animal herbívoro como um porco ou uma vaca) e chega ao seu intestino, a oncosfera liberta-se da sua proteção e penetra na parede do intestino, viajando depois pela corrente sanguínea até aos tecidos do herbívoro, geralmente o tecido muscular. Aqui altera-se numa forma larvar designada cisticerco, que forma um cisto dentro do tecido conjuntivo do músculo. O cisticerco (constituído por um único escólex) tem um diâmetro máximo de geralmente 1 cm (mas conhecem-se caso em que chegam a ter 10-15 cm), e permite à tênia ficar imune às defesas do hospedeiro num estado dormente, que pode durar até alguns anos em T. solium, até que o cisticerco seja ingerido pelo hospedeiro definitivo. Os humanos gostam muito de carne de porco e de vaca, por isso o hospedeiro definitivo podemos bem ser nós.

Os cisticercos morrem com temperaturas superiores a 56 ºC, e também por congelação, por isso uma pessoa que tenha cuidados com a carne não terá problemas, mesmo que ela esteja infectada (o que nos países ocidentais, com um grande controlo da alimentação dada ao gado, isso já é mais improvável). No entanto, se a carne for mal preparada, o cisticerco pode ser ingerido, e o escólex, nada mais que a cabeça da futura ténia adulta, agarra-se às paredes do intestino delgado, por via de ganchos e/ou ventosas, e começa a desenvolver a morfologia adulta. Com o novo hospedeiro reclamado, a ténia irá passar o resto da sua vida (que pode atingir até 25 anos) a alimentar-se da comida do hospedeiro, adquirindo-a já digerida através da parede do seu corpo (visto que não possui aparelho digestivo), e a criar descendência. O corpo da ténia adulta é, aliás, quase completamente constituído por pequenos segmentos designados proglótides. Em cada proglótide encontram-se órgãos reprodutores masculinos e femininos (é um animal hermafrodita, portanto), podendo a ténia autofertilizar-se ou trocar gâmetas com outro indivíduo com o qual partilhe o intestino (no caso de ser uma bicha não tão solitária quanto isso).



Uma ténia pode crescer até tamanhos incríveis dentro do intestino humano. O comprimento médio de uma ténia é de 5 metros, mas já se conhecem espécimes de T. saginata com 25 metros.É o comprimento de um dinossauro saurópode adulto como Apatosaurus (embora, convenhamos, com uma fração ínfima da sua massa).
Após a reprodução, começam-se a desenvolver ovos no interior das proglótides, mais propriamente no útero. Com o desenvolvimento dos embriões concluído, as proglótides posteriores (que possuem alguma mobilidade) vão-se libertando das restantes, sendo expelidas do intestino com as fezes do hospedeiro. A falta de um sistema de saneamento adequado em muitos locais, sobretudo em países em desenvolvimento mas também em ambientes rurais, é uma porta para os ovos de ténia chegarem ao ambiente. E nos campos, nas ervas, na água ou no solo, a vaca e o porco ingerem os ovos da ténia, e o ciclo recomeça…
São três tipos: teníase, cisticercose e a cenurose.  As teníases são infecções intestinais causadas pela tênia adulta, e são geralmente assimptomáticas com excepção de algumas complicações abdominais (dores, diarreia, prisão de ventre, náuseas, flutuações de apetite e perda de peso). Em alguns casos, o aberrante acontece: sobretudo em T. saginata, as proglótides móveis conseguem deslocar-se para órgãos como o apêndice, útero ou para as passagens respiratórias.
As cisticercoses são infecções causados pela forma larvar da ténia, o cisticerco. Como já referi acima, o cisticerco forma-se quando o ovo é ingerido pelo hospedeiro intermédio; mesmo que o ovo seja ingerido pelo suposto hospedeiro definitivo, como nós, a ténia vai reconhecê-lo como intermédio, e o cisticerco formará cistos nos tecidos do hospedeiro. Estes cistos são inofensivos até ao momento em que começam a degenerar e a causar infecções. Os problemas causados pelas cisticercoses são tão ou mais variados quanto os locais onde o cisticerco se encontre. Os principais problemas ocorrem quando estes se localizam no tecido nervoso (neurocisticercose) podem causar dores, convulsões, náuseas, confusão, alterações de comportamento, demência… Podem ocorrer noutros órgãos como pele, olhos, coração ou músculos. De referir que, para além da ingestão de ovos de ténia através de comida ou água contaminada, é possível ganhar uma cisticercose se já tivermos uma ténia adulta no intestino – se os ovos ou proglótides forem parar do intestino ao estômago, o ovo desenvolve-se como um cisticerco.
O outro modo de infecção causado pelas ténias é a cenurose, que é causada pela forma larvar de algumas outras espécies de ténias (cuja forma adulta não afecta os humanos). Esta larva, designada cenuro, causa sintomas semelhantes à cisticerco das outras tênias.
Sintomatologia
Muitas vezes a teníase é assintomática. Porém, podem surgir transtornos dispépticos, tais como: alterações do apetite (fome intensa ou perda do apetite), enjôos, diarréias freqüentes, perturbações nervosas, irritação, fadiga e insônia.

Profilaxia e Tratamento
A profilaxia consiste na educação sanitária, em cozinhar bem as carnes e na fiscalização da carne e seus derivados (lingüiça, salame, chouriço,etc.)

Em relação ao tratamento, este consiste na aplicação de dose única (2g) de niclosamida. Podem ser usadas outras drogas alternativas, como diclorofeno, mebendazol, etc.
O chá de sementes de abóbora é muito usado e indicado até hoje por muitos médicos, especialmente para crianças e gestantes.







sábado, 25 de fevereiro de 2012

LARGATO DE CHIFRES


Boa Tarde!!! Estou postando aqui uma curiosiade para aqueles que ainda não conhecem o Largato de chifres conhecido também como Diabo espinhoso.

O Diabo
Espinhoso (Moloch horridus) é a unica espécie do género Moloch.
É um pequeno réptil existente na Austrália cuja dieta consiste somente em
formigas. Apesar do seu nome, o diabo espinhoso não ultrapassa os 20 cm de
comprimento. As fêmeas são maiores que os machos.Sua coloração é conhecida como
camuflagem. Varia entre o amarelo e o castanho-escuro, conforme o tipo de solo.
Possui uma
"falsa cabeça" atrás da verdadeira que utiliza para confundir os
predadores e espinhos cónicos por todo o corpo excepto na barriga onde são
substituidos por protuberâncias.

Predador e presa
O Diabo Espinhoso só tem formigas
como único alimento,só come uma formiga de cada vez, que captura com a sua língua
pegajosa, mas pode comê-las a um ritmo de 45 por minuto.Comem entre 600 a 3000
só numa refeição e mais de 10 000 por dia.
Para beber o diabo espinhoso
condensa o humidade existente na noite fria nas escamas e canaliza-a até à boca
através de sulcos hidroscópicos existentes por entre os espinhos. O mesmo
acontece em dias de chuva ou se ele encontrar uma poça.
Embora tenha o corpo coberto de
espinhos cónicos, a sua extrema lentidão torna-o uma presa fácil. Os seus
predadores são a abetarda, que efectua descidas rápidas sobre ele que o
atordoam até o matar.
No entanto o diabo espinhoso tem
algumas técnicas de defesa como enfiar a cabeça entre as patas dianteiras e
mostrar a falsa cabeça que os predadores tomam por verdadeira. Se os predadores
o tentarem rolar para expor a sua barriga, a zona mais desprotegida do seu
corpo, o diabo contra-ataca fazendo pressão com os espinhos e com a cauda. Para
assustar os predadores pode também inchar para dar a impressão de ser maior.Sem
dizer que ele lança um jato de “sangue” ao predador onde não agrada-o o
paladar.

Habitat
Habita principalmente terrenos de
vegetação rasteira e desertos na Austrália Ocidental e Central.


Acasalamento
e Reprodução
O acasalamento e a postura dos
ovos ocorre entre Setembro e Janeiro. São postos de 3 a 10 ovos que eclodem 3 a
4 meses depois. O Diabo Espinhoso atinge a maturidade aos 3 anos e crê-se que
vive 20 anos em estado selvagem.

Curiosidade
O diabo espinhoso é aparentado com o Largato de chifres da Amércia do Norte do género Phrynosoma,
sendo este um exemplo da Evolução convergente.